Centros de emprego do Algarve tem 1238 imigrantes inscritos
O J.A. entrevistou Isilda Gomes, delegada regional do Algarve do IEFP.
Da entrevista temos a realçar duas perguntas que a seguir se transferem:
J.A.- O número de imigrantes em busca de trabalho na região está a aumentar bastante nos últimos anos. Qual é o seu peso entre os desempregados e quais as responsabilidades do IEFP para esse grupo?
I.G.- Essa é uma questão muito importante a que nós temos de dar atenção. Neste momento, já temos inscritos nos cinco centros de emprego da região 1.238 imigrantes (a maioria é de nacionalidade ucraniana e brasileira), os quais representam 12,1% do total dos desempregados no Algarve. Trata-se de uma comunidade muito grande e que nos preocupa bastante, pois são imigrantes que estão legalizados e para os quais também é preciso encontrar uma solução rápida, que passa pelas mesmas intervenções que com trabalhadores nacionais.
J.A.- Mesmo numa região tão tolerante como o Algarve, este aumento do número de imigrantes, associado ao desemprego, não puderá causar conflitos sociais mais graves?
I.G.- Não. Até porque, actualmente, a mão-de-obra dos imigrantes é considerada fundamental para vários sectores e nós temos de ter respeito por quem vem para o nosso país trabalhar. Eu creio mesmo que, se não fossem os imigrantes, a região poderia enfrentar uma grave crise de falta de mão-de-obra em determinadas áreas.
É uma constatação que todos nós podemos fazer.
Vamos lá ver, a Sra. diz-nos que sem o trabalho imigrante alguns sectores económicos do Algarve entrariam em crise, mas que sectores? As casas de alterne, que sem o concurso das brasileiras corriam o risco de fechar?
É que pelo que a Dona Isilda diz o estranho é que o Algarve tenha sobrevivido tanto tempo sem a invasão imigrante que se assiste hoje em dia.
E sendo os imigrantes tão importantes para o mercado de trabalho algarvio, como é que existem mais de 1200 alienígenas recebendo o subsidio de desemprego, algo que é pago com os impostos dos malandros dos indígenas, que não querem trabalhar e obrigam á importação de trabalhadores imigrantes.
E a frase lapidar a concluir a segunda pergunta é soberba: “é uma constatação (que sem os imigrantes alguns sectores entrariam em crise) que todos nós podemos fazer.”
Face a esta frase o que é que o algarvio comum pode argumentar? É uma constatação, está tudo dito.
Da entrevista temos a realçar duas perguntas que a seguir se transferem:
J.A.- O número de imigrantes em busca de trabalho na região está a aumentar bastante nos últimos anos. Qual é o seu peso entre os desempregados e quais as responsabilidades do IEFP para esse grupo?
I.G.- Essa é uma questão muito importante a que nós temos de dar atenção. Neste momento, já temos inscritos nos cinco centros de emprego da região 1.238 imigrantes (a maioria é de nacionalidade ucraniana e brasileira), os quais representam 12,1% do total dos desempregados no Algarve. Trata-se de uma comunidade muito grande e que nos preocupa bastante, pois são imigrantes que estão legalizados e para os quais também é preciso encontrar uma solução rápida, que passa pelas mesmas intervenções que com trabalhadores nacionais.
J.A.- Mesmo numa região tão tolerante como o Algarve, este aumento do número de imigrantes, associado ao desemprego, não puderá causar conflitos sociais mais graves?
I.G.- Não. Até porque, actualmente, a mão-de-obra dos imigrantes é considerada fundamental para vários sectores e nós temos de ter respeito por quem vem para o nosso país trabalhar. Eu creio mesmo que, se não fossem os imigrantes, a região poderia enfrentar uma grave crise de falta de mão-de-obra em determinadas áreas.
É uma constatação que todos nós podemos fazer.
Vamos lá ver, a Sra. diz-nos que sem o trabalho imigrante alguns sectores económicos do Algarve entrariam em crise, mas que sectores? As casas de alterne, que sem o concurso das brasileiras corriam o risco de fechar?
É que pelo que a Dona Isilda diz o estranho é que o Algarve tenha sobrevivido tanto tempo sem a invasão imigrante que se assiste hoje em dia.
E sendo os imigrantes tão importantes para o mercado de trabalho algarvio, como é que existem mais de 1200 alienígenas recebendo o subsidio de desemprego, algo que é pago com os impostos dos malandros dos indígenas, que não querem trabalhar e obrigam á importação de trabalhadores imigrantes.
E a frase lapidar a concluir a segunda pergunta é soberba: “é uma constatação (que sem os imigrantes alguns sectores entrariam em crise) que todos nós podemos fazer.”
Face a esta frase o que é que o algarvio comum pode argumentar? É uma constatação, está tudo dito.
